COVID-19: CTI inicia processo de retomada de atividades presenciais


Pesquisadora do CTI, utilizando uma máscara do CTI, em sua estação de trabalho.Desde o dia 08 de setembro, o CTI Renato Archer, unidade de pesquisa do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), iniciou o processo de retomada do trabalho presencial nas dependências da instituição. Para isso, a diretoria do CTI fez uma série de ajustes no espaço físico e na rotina de trabalho, de forma a garantir que as medidas protetivas relacionadas à prevenção da disseminação da COVID-19 possam ser implementadas eficientemente durante o retorno das atividades presenciais.

O diretor do CTI, Jorge Silva, explica que a retomada do trabalho presencial está sendo de forma gradativa e obedecendo portaria específica (nº 3.099/2020) de modo a proteger todos os colaboradores. Nessa primeira etapa, os colaboradores que fazem parte do grupo de risco à COVID ou que apresentarem auto-declaração, prevista na portaria, permanecem em trabalho remoto. “Criamos um cronograma para que a retomada seja realizada de acordo com a melhoria das condições da pandemia na região de Campinas (SP) e estamos mantendo as pessoas que fazem parte do grupo de risco em trabalho remoto. Essa primeira semana de trabalho presencial foi tranquila. Nossos colaboradores estão sendo extremamente conscientes, seguindo todas as orientações de distanciamento social, uso de EPIs, de equipamentos de usoColaboradores do CTI fazendo aferição de temperatura no equipamento eletrônico coletivo, bem como de cuidados pessoais para conter o avanço da doença e não termos sequer um registro positivo dentro do CTI”, avalia o diretor, Jorge Silva.

Entre os principais equipamentos de uso coletivo implantados pelo CTI, está a instalação de um sistema de câmeras termográficas na recepção da unidade de pesquisa. O sistema faz aferição da temperatura corpórea de todas as pessoas que adentram o principal prédio do CTI e, a partir da captação de imagem, pode fazer alerta automático quando detecta temperaturas superiores a 37,3° C. Outro recurso disponibilizado por este sistema adotado pelo CTI é a detecção automática das pessoas que não estiverem usando máscara de proteção. “É um equipamento que demandou um investimento razoável, mas a vida garantia da vida não tem preço e deverá ser usado como sistema de alerta de riscos, mesmo depois da pandemia“ , acrescenta o diretor.

Capa da cartilha do CTI

Além da implantação desse sistema de aferição de temperatura automática, o CTI também distribuiu máscaras de proteção para os servidores e bolsistas, posicionou dispensers de álcool em gel e tapetes sanitizantes em pontos estratégicos da Unidade de Pesquisa.

Dias antes da retomada das atividades presenciais, o CTI também publicou a “Cartilha de retomada gradual das atividades presenciais nas instalações do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer”. O documento, disponível para download aqui, orienta os servidores, bolsistas e todos os colaboradores sobre os cuidados e novos hábitos que deverão ser adotados para que o retorno às atividades presenciais seja realizado com segurança.

“Precisamos continuar os trabalhos de pesquisas e outros projetos do CTI, mas - no momento - isso só pode ser feito com a garantia da minimização dos riscos a todos que estão retomando os trabalhos presenciais no CTI e também os que estão exercendo suas atividades de forma remota”, finaliza Jorge Silva. 

 

 

Colaboradora do CTI com máscara de proteção

Colaboradora do CTI com máscara de proteção

 

Colaboradores do CTI fazendo aferição de temperatura no equipamento eletrônico

Sistema de aferição automático de temperatura

 

Pesquisadora do CTI, utilizando uma máscara do CTI, em sua estação de trabalho.

Colaboradora em estção de trabalho no CTI