As possibilidades para empresas que buscam utilizar o People Analytics ainda são desconhecidas. Quem começa a entender o potencial da metodologia se encanta pelo crescimento que uma empresa ou uma instituição pode obter com ações simples e de baixo custo.

Quem participa do curso oferecido pela Integrare entende que não é possível sobreviver e se sustentar no mercado do futuro se não houver uma atualização da gestão e a adaptação do People Analytics a sua realidade.

A consultora de RH da empresa Sage, Tamires Lima, que esteve presente no último curso de People Analytics realizado em Campinas, pela Integrare, comenta que o contato com o tema antes do curso era quase nenhum, mas que por indicação participou do curso, o que abriu sua mente para as possibilidades do People Analytics em sua empresa: “No momento que eu li sobre o tema e fui buscar informações antes do curso, me brilharam os olhos, pois eu gosto muito dessa questão de números, e é notável a dificuldade que o RH tem de trazer resultados mensuráveis para conseguir aprovação de projetos.”

People Analytics no mundo

“O potencial é fantástico, o assunto ainda está começando, mas com o curso de hoje tivemos uma boa visão das potencialidades que são realmente enormes”, comentou Rogério Medeiros, da empresa CommScope, confirmando o que dizem as estatísticas sobre a utilização do People Analytics no mundo.

O relatório anual de tendências de Capital Humano de 2017, estudo conduzido pela Deloitte, reflete isso. Esta pesquisa abrange mais de 10.000 líderes de negócios (37%) e líderes de RH (63%) em 140 países.

O People Analytics está na oitava posição, com 71% dos líderes vendo este tema como importante ou muito importante para sua organização, e ele está muito perto das outras mais importantes. Desdobrando este percentual de 71%, nele 40% dos líderes veem este tema como importante e 31% veem o tema como muito importante. O People Analytics está somente a 17% da primeira posição no ranking de tendências para RH

E o Brasil?

Já no Brasil, ao contrário do que muitos imaginam, os dados são mais impressionantes e favoráveis ao People Analytics.

No Brasil foi onde este tema foi considerado mais importante entre todos os 140 países pesquisados. No Brasil foram entrevistados 159 líderes e o People Analytics atingiu uma importância de 85% entre os pesquisados. Veja o mapa mundial mostrando um ranking de países relacionado a importância que eles veem no tema.

Esta grande importância no tempo, vista pelos brasileiros, fez com que este tema subisse da 8ª posição mundial para a 5ª posição no ranking brasileiro de tendências para RH e ficando apenas a 9% da primeira posição do ranking.

“Para quem busca entender mais sobre os conceitos e funções do People Analytics o curso da Integrare é uma ótima fonte de informação. A experiência do Marco é muito grande e ele usou como exemplo vários projetos interessantes […] é energizante ver o potencial que o People Analytics vai trazer para o nosso futuro”, comentou Rogério a respeito da utilização prática do People Analytics ensinada no curso.

Como as empresas estão utilizando o People Analytics no Brasil?

Segundo pesquisa da PWC, em um primeiro estágio de utilização, ainda temos 26% das empresas apenas coletando elementos tão básicos e outros 40% calculando indicadores para ações de curto prazo. Apenas 24% das empresas geram análises multidimensionais buscando a causa e efeito e somente 10% das organizações, representando um grupo de elite de 18 empresas, são capazes de interpretar dados para usa-los no planejamento de ações, prever problemas e se antecipar a eles.

Para que esse número aumente, é necessário mudar alguns paradigmas nas definições de gestão de capital humano nas empresas brasileiras. O curso da Integrare tem suprido essa necessidade, segundo Tamires Lima “Dentro do curso nós mudamos muitos paradigmas e muitas crenças antigas daquela antiga frase  – O RH é custo, o RH não dá resultado, não é mensurável – então a gente muda toda aquela visão e damos a importância ao RH como qualquer outra área da empresa, porque é possível mensurar sim.Para mim foi o maior ganho, trazer mensuração e tangibilidade para os recursos humanos”