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Missão


Disponibilizar a infraestrutura dos Laboratórios Abertos, garantindo o seu uso por agentes públicos e privados no contexto de projetos coordenados por membros participantes de Núcleos e Grupos de Trabalho e pelas entidades envolvidas no Parque Tecnológico.

 

Competências da COLAB

Art. 19. À Coordenação do Laboratório Aberto e Parque Tecnológico compete:

I - chefiar a DICAQ, DINAM, DIMES e DIMEC, coordenando a oferta de infraestrutura laboratorio alem âmbito nacional para uso compartilhado, nos moldes de laboratórios abertos ou multiusuários,acessíveis a pesquisadores internos e externos ao CTI;
II - caberá à COLAB observar norma regulamentadora específica sobre critérios de funcionamento dos laboratórios do CTI, visando excelência, qualidade, disponibilidade e seu efetivo compartilhamento interno e externo;
III - coordenar as ações necessárias para a manutenção/obtenção de certificações que garantam a qualidade de operação da infraestrutura laboratorial do CTI;
IV - coordenar a implantação de metodologia de controle do centro de custos da infraestrutura laboratorial do CTI, de modo a garantir a sustentabilidade e atualização dos laboratórios, utilizando,dentre outras ferramentas adequadas, a implantação de sistema de ordens de serviço e de agendamento para gestão da utilização da infraestrutura;
V - garantir o acesso dos pesquisadores do CTI aos laboratórios sempre que solicitado por Núcleo oudo Grupo de Trabalho, de acordo com os critérios de agendamento, disponibilidade e capacitação dos usuários, como pré-estabelecido em norma própria;
VI - garantir que a utilização da infraestrutura da COLAB por não-servidores públicos só ocorra no contexto de projetos coordenados por membros participantes de Núcleos e Grupos de Trabalho;
VII - atuar para garantir o funcionamento de equipes de operação, manutenção e qualidade voltadas para a infraestrutura laboratorial, zelando por sua capacitação constante na operação dos aparelhos e de processos;
VIII - coordenar as divisões da COLAB, com auxílio da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho - CIPA, visando a adoção constante de medidas de segurança adequadas ao funcionamento dos laboratórios do CTI, de acordo com a legislação pertinente, inclusive no tocante ao
descarte seguro de resíduos;
IX - zelar pela adoção das medidas necessárias para garantir o pleno funcionamento da infraestrutura laboratorial do CTI em condições adequadas de segurança, solicitando a alocação dos recursos orçamentários, materiais, humanos e organizacionais necessários para tanto, recomendando as ações
para adaptar as instalações quando estas não estiverem em padrões aceitáveis de funcionamento, podendo, em última análise, propor a interdição parcial do laboratório;
X - contribuir para o planejamento e coordenação das ações necessárias para implantação de arranjos multi-institucionais que permitam o desenvolvimento de complexos tecnológicos, científicos, educacionais e produtivos, com a participação de servidores e nãoservidores nas atividades de
pesquisa;
XI - propor norma interna, a ser amplamente discutida, que vise disciplinar as hipóteses, requisitos e limites para a utilização da infraestrutura laboratorial do CTI em projetos de pesquisa e desenvolvimento dos servidores responsáveis pela gestão desta infraestrutura;
XII - manter atualizados os registros das informações pertinentes às suas atribuições no Sistema de Informações Gerenciais e Tecnológicas do CTI;
XIII - interagir com a ouvidoria do CTI, visando esclarecer dúvidas e reclamações referentes à disponibilidade dos recursos laboratoriais para servidores e não-servidores, nos termos da norma que estiver vigente;
XIV - zelar pela satisfação de todos os usuários do laboratório aberto do CTI; e
XV - exercer outras competências que lhe forem cometidas no seu campo de atuação.
§ 1º A definição da infraestrutura integrante do laboratório aberto, bem como sua evolução, deverá ocorrer de forma participativa, com protagonismo dos Núcleos de Pesquisa e Grupos de Trabalho .
§ 2º O CTI estabelecerá norma própria, amplamente discutida em comitês de usuários, para disciplinar as condições nas quais membros das divisões da COLAB poderão utilizar a própria infraestrutura em seus projetos de pesquisa, como previsto no inciso XI.
§ 3º Todas as atividades de pesquisa realizadas internamente às divisões integrantes da COLAB, bem como a evolução de suas competências, deverão ser aprovadas por comitê de usuários externos a esta coordenação.
§ 4º O portfólio de serviços oferecido pelas divisões da COLAB deverá ser amplamente discutido e aprovado por comitê de usuários externos a esta coordenação.
§ 5º É vedada a participação dos membros das divisões da COLAB em núcleos de pesquisa internos ao CTI.
§ 6º Os membros das divisões da COLAB não poderão receber atribuição de coordenador de Grupo de Trabalho, exceto nos casos em que o GT tenha a finalidade de promover a evolução da infraestrutura própria da divisão, ou em casos de força maior.
§ 7º A participação de membros das divisões da COLAB na prestação de serviços ou no desenvolvimento de projetos voltados para clientes externos ao CTI só poderá ocorrer sob a coordenação de membros de Núcleos ou de Grupos de Trabalho, salvo casos de força maior.
§ 8º É vedada a gestão direta de recursos oriundos de serviços e projetos externos por membros das divisões da COLAB.
§ 9º O chefe de uma divisão da COLAB poderá propor a constituição de fundos visando garantir a sustentabilidade de sua infraestrutura e competências relacionadas, desde que não envolvam a contraprestação direta de serviços para entidades externas.
§ 10º Caberá à CGCI, em conjunto com a CGPS, promover a sustentabilidade da infraestrutura de laboratórios da COLAB.
§ 11º Caberá à Diretoria do CTI estabelecer um conjunto de portarias que regulem o estímulo à inovação e sustentabilidade dos sistemas CGCI/CGPS, no contexto das Leis nº 8.958, de 20 de dezembro de 1994, nº 10.973, de 02 de dezembro de 2004, e da legislação correlata.

 

Equipe COLAB